«Passos Coelho ganha a terceira “Bota de Ouro Goldman Sachs“ consecutiva porque em 3 anos deu um pontapé no cu a 500 mil portugueses que tiveram que emigrar»
Por António Marques
in Inimigo Público
E ainda me pergunto como é que o correio da manhã vende ao lado disto! Benditos sejam! Fight the Power!
sexta-feira, 7 de novembro de 2014
Breaking News! - Rússia, aviões, barquinhos,canoas e afins
Enfim, já não se fazem invasores como antigamente, acho que lhes falta a robustez Bolchevique, já para não falar que quando eram soviéticos eram convidados mais calorosos!
Ainda a propósito deste assunto, o Inimigo Público informa:
«Passos assegura que barcos e aviões russos nunca mais voltam mas passadas duas horas diz que estes serão repostos em parcelas de 20% a partir de 2016
Depois dos aviões, esta semana foi a vez de um barco russo tentar invadir Portugal. Passos Coelho tentou acalmar a população e garantiu que “os barcos e aviões russos não voltam nunca mais, juro pela saúde da box da minha TV”. No entanto, passadas apenas duas horas, o PM já dizia que “os aviões e barcos russos serão repostos em parcelas de 20%, a partir de 2016, juro pela saúde do meu espremedor de citrinos”. MB »
Fonte: Inimigo Público
Vá lá meninos! Só uma bombinha! Só para não ficarmos naquela ansiedade deprimente ao constatar que nem isso para vós valemos!
Mustekem-mos! ou em russo Murrstekov!.. mos!
[[[]]] ***
Assim é fácil!
Se a mão leve dos nossos tivesse esta destreza.. mas só lhes dá para o mal!
http://www.publico.pt/n1675340
Pagar menos impostos sobre os lucros gerados. É esta a base de acordos fiscais secretos estabelecidos entre o Luxemburgo e 340 multinacionais, à margem dos interesses dos restantes países europeus, denunciados pelo Consórcio Internacional de Jornalistas de Investigação (ICIJ), uma organização que junta vários jornais europeus.
A notícia, publicada nesta quinta-feira em mais de 40 meios de comunicação internacionais, com reprodução de vários documentos que provam a existência de acordos secretos, envolve multinacionais conhecidas como a Apple, a Amazon, a Ikea ou a Pepsi.
Conhecidos já como Luxembourg Leaks, estes acordos, escreve o The Guardian, são "perfeitamente legais", mas mostram uma deturpação do sistema fiscal europeu. "É como levar o plano fiscal ao Governo para ser aprovado e abençoado previamente", comentou um professor de Direito Fiscal da Universidade de Connecticut sobre o teor da investigação do ICIJ.
Os acordos foram estabelecidos entre 2002 e 2010, revela a investigação do ICIJ, que conta, entre outros, com parceiros como os jornais Le Monde (França), The Guardian (Reino Unido), Süddeutsche Zeitung (Alemanha) e o Asahi (Japão).
A Comissão Europeia já reagiu à denúncia, admitindo punir o Luxemburgo pelas suas práticas fiscais. Em declarações à AFP, Margaritis Schinas, porta-voz da nova Comissão, disse esta quinta-feira que, se "houver uma decisão negativa [sobre estas práticas], o Luxemburgo terá de assumir e tomar medidas para a corrigir”.
O Guardian destaca que os resultados da investigação são “embaraçosas” para o novo presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, que foi primeiro-ministro do Luxemburgo, entre 1995 e 2013", período em que os acordos mencionados pelo ICIJ foram assinados.
Jean-Claude Juncker, que esta semana assumiu a presidência da Comissão Europeia, ainda não reagiu à notícia. A AFP avançou, entretanto, que Juncker cancelou esta quinta-feira a sua participação num debate sobre o futuro da Europa, justificando a decisão com o facto de Jacques Delors, também orador no evento, ter comunicado que, por razões pessoais, não estaria presente.
“O antigo presidente da Comissão Europeia Jacques Delors está adoentado e não vai viajar", afirmou Margaritis Schinas, porta-voz da Comissão Europeia, para justificar o cancelamento da presença de Juncker na conferência.
O semanário francês L'Observateur, promotor do debate, lamentou a ausência do presidente da Comissão Europeia, adiantando que, apesar da ausência de Delors, manteve o convite feito a Juncker.
A pressão sobre o recém-eleito presidente da Comissão Europeia vai aumentando. O presidente do Parlamento Europeu, Martin Schultz, ex-candidato à presidência da Comissão Europeia, disse esta quinta-feira estar preocupado com a possibilidade de os procedimentos noticiados poderem ser "legais em alguns Estados-membros" e que "a fraude e evasão fiscais sejam facilitadas".
"Isso significa que é urgente que os Estados-membros trabalhem connosco para pôr fim a práticas sistemáticas de evasão fiscal na Europa", apelou Schultz, em comunicado.
A Comissão Europeia abriu em Junho passado uma investigação a práticas fiscais que contrariam as regras concorrenciais europeias, envolvendo empresas norte-americanas com actividades na Europa.
Uma das investigações incidiu sobre acordos estabelecidos entre a Irlanda e a Apple, outra entre os Países Baixos e a Starbucks e a terceira entre o Luxemburgo e uma empresa financeira do grupo Fiat.
"O Luxemburgo mantém esses acordos fiscais secretos", escreve o Le Monde, acrescentando que essa informação não é partilhada com os restantes países europeus que, no entanto, "estão a par, de facto, das estratégias de evasão fiscal pelas multinacionais".
Entre os documentos obtidos pelo ICIJ estão contratos da consultora PricewaterhouseCoopers (PwC) "que redigiu e negociou os termos com a administração luxemburguesa", acrescenta o diário francês.
A investigação, que durou mais de seis meses, teve acesso a 28 mil páginas de documentos que mostram a flexibilidade das regras fiscais “oferecidas” pelos Luxemburgo, mas também as deficiências ou fragilidades dos regulamentos internacionais, escreve o Le Monde, citado pela AFP.
Numa primeira reacção a estas notícias, Xavier Bettel, actual primeiro-ministro luxemburguês, afirmou que as práticas fiscais do país respeitam as leis internacionais. »
in Público
Será que não percebem que o problema não está na legalidade e sim na moralidade?! O pior e o revoltante disto é exactamente por ser legal?
Enfim, Mustekemos.. Num paraíso fiscal qualquer :P
«Acordos secretos com Luxemburgo permitem a 340 multinacionais pagar menos impostos
Apple, Amazon, Ikea ou Pepsi são apenas algumas das multinacionais denunciadas em investigação de vários jornais internacionais.
http://www.publico.pt/n1675340Pagar menos impostos sobre os lucros gerados. É esta a base de acordos fiscais secretos estabelecidos entre o Luxemburgo e 340 multinacionais, à margem dos interesses dos restantes países europeus, denunciados pelo Consórcio Internacional de Jornalistas de Investigação (ICIJ), uma organização que junta vários jornais europeus.
A notícia, publicada nesta quinta-feira em mais de 40 meios de comunicação internacionais, com reprodução de vários documentos que provam a existência de acordos secretos, envolve multinacionais conhecidas como a Apple, a Amazon, a Ikea ou a Pepsi.
Conhecidos já como Luxembourg Leaks, estes acordos, escreve o The Guardian, são "perfeitamente legais", mas mostram uma deturpação do sistema fiscal europeu. "É como levar o plano fiscal ao Governo para ser aprovado e abençoado previamente", comentou um professor de Direito Fiscal da Universidade de Connecticut sobre o teor da investigação do ICIJ.
Os acordos foram estabelecidos entre 2002 e 2010, revela a investigação do ICIJ, que conta, entre outros, com parceiros como os jornais Le Monde (França), The Guardian (Reino Unido), Süddeutsche Zeitung (Alemanha) e o Asahi (Japão).
A Comissão Europeia já reagiu à denúncia, admitindo punir o Luxemburgo pelas suas práticas fiscais. Em declarações à AFP, Margaritis Schinas, porta-voz da nova Comissão, disse esta quinta-feira que, se "houver uma decisão negativa [sobre estas práticas], o Luxemburgo terá de assumir e tomar medidas para a corrigir”.
O Guardian destaca que os resultados da investigação são “embaraçosas” para o novo presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, que foi primeiro-ministro do Luxemburgo, entre 1995 e 2013", período em que os acordos mencionados pelo ICIJ foram assinados.
Jean-Claude Juncker, que esta semana assumiu a presidência da Comissão Europeia, ainda não reagiu à notícia. A AFP avançou, entretanto, que Juncker cancelou esta quinta-feira a sua participação num debate sobre o futuro da Europa, justificando a decisão com o facto de Jacques Delors, também orador no evento, ter comunicado que, por razões pessoais, não estaria presente.
“O antigo presidente da Comissão Europeia Jacques Delors está adoentado e não vai viajar", afirmou Margaritis Schinas, porta-voz da Comissão Europeia, para justificar o cancelamento da presença de Juncker na conferência.
O semanário francês L'Observateur, promotor do debate, lamentou a ausência do presidente da Comissão Europeia, adiantando que, apesar da ausência de Delors, manteve o convite feito a Juncker.
A pressão sobre o recém-eleito presidente da Comissão Europeia vai aumentando. O presidente do Parlamento Europeu, Martin Schultz, ex-candidato à presidência da Comissão Europeia, disse esta quinta-feira estar preocupado com a possibilidade de os procedimentos noticiados poderem ser "legais em alguns Estados-membros" e que "a fraude e evasão fiscais sejam facilitadas".
"Isso significa que é urgente que os Estados-membros trabalhem connosco para pôr fim a práticas sistemáticas de evasão fiscal na Europa", apelou Schultz, em comunicado.
A Comissão Europeia abriu em Junho passado uma investigação a práticas fiscais que contrariam as regras concorrenciais europeias, envolvendo empresas norte-americanas com actividades na Europa.
Uma das investigações incidiu sobre acordos estabelecidos entre a Irlanda e a Apple, outra entre os Países Baixos e a Starbucks e a terceira entre o Luxemburgo e uma empresa financeira do grupo Fiat.
"O Luxemburgo mantém esses acordos fiscais secretos", escreve o Le Monde, acrescentando que essa informação não é partilhada com os restantes países europeus que, no entanto, "estão a par, de facto, das estratégias de evasão fiscal pelas multinacionais".
Entre os documentos obtidos pelo ICIJ estão contratos da consultora PricewaterhouseCoopers (PwC) "que redigiu e negociou os termos com a administração luxemburguesa", acrescenta o diário francês.
A investigação, que durou mais de seis meses, teve acesso a 28 mil páginas de documentos que mostram a flexibilidade das regras fiscais “oferecidas” pelos Luxemburgo, mas também as deficiências ou fragilidades dos regulamentos internacionais, escreve o Le Monde, citado pela AFP.
Numa primeira reacção a estas notícias, Xavier Bettel, actual primeiro-ministro luxemburguês, afirmou que as práticas fiscais do país respeitam as leis internacionais. »
in Público
Será que não percebem que o problema não está na legalidade e sim na moralidade?! O pior e o revoltante disto é exactamente por ser legal?
Enfim, Mustekemos.. Num paraíso fiscal qualquer :P
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